Experiência de viagem impacta a retenção de colaboradores

Experiência de viagem impacta a retenção de colaboradores

A maioria dos compradores de viagens concorda que as empresas podem melhorar a retenção de funcionários ou reduzir a rotatividade por meio de vários esforços centrados no viajante. Entre eles estão upgrades, como classe executiva (80%), tecnologia de melhor qualidade (80%), políticas mais centradas nos viajantes (77%), tempo adicional para viagens frequentes (73%), melhor atendimento ao cliente a partir das TMCs (68%), fornecedores de melhor qualidade (63%) e regras menos rigorosas (53%), segundo um estudo da GBTA com a Airlines Reporting Corporation (ARC).

No entanto, o levantamento apontou que raramente os gestores de viagens acompanham indicadores relacionados à experiência do viajante. A maioria dos dados que rastreiam e divulgam enfoca os problemas relacionados a custos e conformidade, incluindo taxas de reserva on-line, economia de custos e compras antecipadas.

Os profissionais usam essas métricas para avaliar o sucesso de um programa e demonstram seu valor para a gerência sênior e às partes interessadas. Entretanto, os buyers raramente acompanham ou compartilham outros tipos de métricas. Menos de um quarto diz que dividem métricas focadas no viajante (24%) ou métricas de sucesso de viagem (14%) com outras partes interessadas em sua empresa.

O estudo descobriu que as experiências dos viajantes podem impactar a retenção e a rotatividade das empresas – tanto positiva quanto negativamente. Mas, como relativamente poucos travel managers acompanham e analisam a experiência de viagem, as empresas não estão obtendo um quadro completo sobre o impacto de suas políticas e abordagens de viagem.

“Os gestores de hoje têm métricas e fontes de dados limitadas para medir a experiência de viagem. Mas a qualidade da viagem é importante tanto para compradores quanto para viajantes. Com isso, os programas de viagens estão buscando formas inovadoras de coletar insights sobre a experiência de viagem e agir com base nessas ideias”, afirma o diretor executivo da GBTA, Scott Solombrino.

Uma empresa pode estar economizando dinheiro em seu programa de viagens, mas, em última análise, ao custo da insatisfação do viajante e da rotatividade potencial de funcionários. Ao expandir a coleta de dados, os compradores poderão avaliar melhor os custos e benefícios finais de seus programas de viagens gerenciados.

Fonte: GBTA

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